quinta-feira, 30 de março de 2017

Andrea Marques






                                                                    Andrea Marques


Como tudo começou…
Escrever o meu perfil é uma tarefa árdua. Ainda mais quando eu prefiro é falar dos meus personagens… O Amor de Cordel sempre esteve na minha vida. Lembro que, um ano antes de começar a escrever, eu pensei em um dia remoto sentar e colocar no papel minhas ideias sobre a vida, as coisas que eu gostava, meus relacionamentos e até a minha experiência como terapeuta ocupacional. Até que esse dia chegou. Eu havia acompanhado meu marido numa viagem a trabalho que ele fez para São Carlos, por coincidência, a mesma cidade onde cursei a faculdade, e lá comecei a relembrar meus tempos de estudante, as minhas amizades, meus sonhos e também meus amores. Um misto de nostalgia e empolgação tomou conta de mim e, a partir daí, surgiu a ideia da Carol. Quando voltei para casa, desfiz as malas, me sentei em frente ao computador e comecei a escrever. Foi libertador. Através da escrita, eu pude exteriorizar meus anseios e conflitos, expressar minhas ideias e até vivenciar meus sonhos. Criei meus livros no meu dia a dia. Assim, quando eu dirigia a caminho do trabalho ou ficava em casa cuidando de alguma tarefa doméstica, eu imaginava a vida dos personagens, como eles se sentiriam em determinadas situações e como seriam suas reações perante os problemas. Foi um processo longo e contínuo. Tenho de ser sincera também com vocês, leitoras, ao dizer que Amor de Cordel é uma junção de vários clichês. Estaria mentindo se respondesse que não, afinal que mulher um dia já não sonhou com um príncipe encantado? A única diferença é que algumas mulheres mais sábias abandonam essa ideia mais cedo que outras, já algumas como eu ficam sempre acreditando nas histórias loucamente impossíveis de acontecer. O Alexandre é um estereótipo de homem ideal, mas também quero deixar claro que, por mais que ele seja um sonho, a minha realidade com o meu marido é maravilhosa, rs. Vale dizer que não quero só trazer um conto de fadas para os leitores. A personagem Carol também traz um linda história de superação e teve de recomeçar a vida com outro olhar. Ops, era para eu ter falado de mim e, vejam só, falei o tempo todo da minha obra. Não posso negar que a Carol foi o meu alter ego durante muito tempo, no entanto ela era muito melhor do que eu em todos os aspectos: na aparência, nas qualidades e até mesmo nos defeitos. Só me desvencilhei da personagem quando a minha filha nasceu. Agora, Carol, pertence a você também.

Site da autora para compra do livro: www.escritorandreamarques.com.br

terça-feira, 28 de março de 2017

Grazi Fontes


Graziele Fontes Gomes Gosta que todo mundo a chame pelo apelido, Grazi. Vive na pequena cidade de Paulínia, interior de São Paulo. Nasceu dia 12 de dezembro de 1985, no Rio de Janeiro. É uma pessoa que tem muitas ideias, por isto, começou a escrever e nunca mais parou. Usa a escrita para se expressar, pois tem muita dificuldade em conversar e apresentar seus pensamentos facilmente, embora busque sempre à perfeição, geralmente, é bem exigente com tudo o que faz. Gosta de viajar, assistir a bons filmes e séries. É uma devoradora de livros seja ficção, comédia, fantasia e muitos outros gêneros, o importante é a história prender sua atenção. Tem mais de 10 romances em andamento e está gostando da sensação de começar a expor suas pequenas obras. Está achando muito estranho e bom ao mesmo tempo, por estar realizando um sonho e, por expor, o que fez questão de esconder por tantos anos.

Livros já publicados: Alriet e Amantes por acaso

segunda-feira, 27 de março de 2017

Adriana Vargas


Biografia:

 Escritora, Advogada, Assessora e crítica Literária nas editoras MODO e EllA, mentora e criadora do Clube dos Novos Autores e Mochila Literária, publicou seu primeiro livro aos oito anos de idade, premiada pelo concurso infantil – Ciranda das letras nos anos 70. Publicou sete obras pela Editora MODO, editora que fundou e lutou pela causa da publicação de novos autores nacionais. Foi premiada internacionalmente no prêmio INTERARTE com a obra O Oitavo Pecado. Teve seu livro O Voo da Estirpe resenhado pela crítica literária da MTV. Atualmente atua como assessora editorial e se empenha na criação do Cia Literária ao lado da escritora Ligia Miraglia. Escreve desde romances jovens adultos a adultos, mas não esconde sua preferência pelos sobrenaturais e hardcore. Seus sonho é ver as livrarias vendendo, em sua maioria, títulos nacionais. Quer conhecer o Brasil Literário e levar suas letras até onde existir uma estante. 



    Onde comprá-los: Aqui!

sábado, 25 de março de 2017

[ Resenha ] Amor de Cordel - Andrea Marques


Ano: 2016 / Páginas: 400
Idioma: português 
Editora: Pandorga

Gênero: Romance / Literatura Brasileira

Site da autora para compra do livro: www.escritorandreamarques.com.br
Fan page no Facebook: https://www.facebook.com.br/Andrea-Marques-188455781514017/
Instagram: https://www.instagram.com/escritora_andreamarques/

Sinopse:

os 38 anos de idade, Carolina Borges achava que tinha a vida perfeita. Casada com Miguel, era feliz mesmo sem ter realizado o sonho da maternidade. No entanto, a convivência com o marido e seu bom desempenho profissional a deixavam satisfeita e segura. O destino lhe prega uma peça e, sem esperar, ela vê sua vida se modificar significativamente. Seu casamento chega ao fim, e sua carreira como terapeuta ocupacional, que sempre lhe proporcionou alegrias, passa a torturá-la. Isso acontece quando o jovem arquiteto Alexandre Bastos entra em seu consultório pela primeira vez, despertando em Carol sentimentos conflituosos que a farão repensar seus valores e a obrigarão a sair de sua zona de conforto para se arriscar em terrenos desconhecidos que poderão colocar em risco sua própria vida. Permeado por traições e intrigas, Amor de cordel é um romance contemporâneo que traz à tona assuntos do universo feminino, além de despertar a paixão até nas mulheres mais modernas e independentes.

[ Resenha e impressões ]

O livro conta a história de Carolina, ou simplesmente Carol.Uma mulher independente, 38 anos de idade, Terapeuta Ocupacional (TO) e que após 14 anos de casamento com Miguel, o seu casamento acabou e ai recomeça tudo do zero, da mudança para um novo lar á acostumar-se a ser só e conviver com seus conflitos pessoais.Mas isso contribuiu para que começasse a fazer coisas das quais tinha vontade, mas por vários motivos não as fazia.
 Carol também conhece Gustavo e Lucas, seus vizinhos que são um casal homoafetivo e que desde que se mudou para seu novo apartamento se tornaram grandes amigos.
 Conheceu Alexandre  através da clínica em que trabalha, um dos empregos que possui como TO, e desde o primeiro momento, aquele homem de olhos verdes cor de jade, balançou as suas estruturas, como nenhum outro jamais o fez, mas o preconceito que possuía consigo mesma em relação a diferença de idade a assombrava, pois Alexandre gozava ainda dos seus 27 anos, enquanto ela estava quase na casa dos 40.Não só isso, mas a diferença de classe social.
 Alexandre é arquiteto, dono de seu próprio negócio e rico, o que para Carol já era motivo suficiente para não se envolver, mas não conseguia esquecer a forte atração que sentia, na qual a torturava e a ética 
profissional ao qual a impedia mais ainda de sequer pensar em uma simples aventura com seu paciente, quanto mais um romance.
 A trama se dá no momento em que se conhecem, a maneira de ser de Alexandre, sempre muito espontâneo, aventureiro, gentil e Carol sempre muito recatada e tímida, mas que mesmo assim deixava transparecer o quanto a presença de Alexandre lhe perturbava, por mais que tentasse ser profissional e interpessoal.

Fiquei a todo momento repreendendo Carol como qualquer outra amiga faria, assim como Gustavo e Lucas o fizeram quando ela os confidenciou que estava ocorrendo em relação aos seus sentimentos e neuras,desnecessárias ao meu ver.Por várias vezes fiquei a desistir da personagem, pois ela perdia-se demais em pensamentos ao invés de agir, esquecia-se de viver, arriscar e pagar para ver o que aconteceria, porque só sabemos de fato se dará certo se tentarmos e algo que aprendi na vida é que a gente não erra por entregar-se, erra quem não sabe receber esse sentimento e cultivá-lo.Compreendo que foram vários anos de casamento que acabou do nada, mas não se deve levar para outro relacionamento essa frustração, porque cada pessoa é um mundo diferente.Eu, particularmente ficava falando sozinha " Se joga, mulher!Vá viver! ".
 Percebe-se o quanto ela é insegura em relação a diferença de idade entre ela e Alexandre e isso é transpassado pela mesma na maior parte do tempo, pois ela não acredita que possa durar, pois ele deveria envolver-se com pessoas da mesma idade; não acredita que aquele Príncipe lindo apaixonou-se por ela, o que a leva á divagar por vários momentos se ele não estava apenas atrás de aventura.Confesso que em dado momento também cheguei a pensar de que ele estivesse apenas atrás de aventura.
 Alexandre, apesar de vir de classe alta, é de uma humildade imensa e de bom coração.Possui amizades pelo o que são e não pelo que têm e destaca-se por isso, embora, apesar de tudo o que o irmão já aprontou com ele, é meio inocente.É um personagem que admite que passou por várias aventuras casuais, porém nunca apaixonou-se de verdade e eis que surge Carol na sua vida, mas por ser um sentimento novo, é ciumento e possessivo, embora não ao extremo, mas é engraçado vê-lo emburrado e á discutir com Carol esse seu temperamento e insistir no relacionamento.
 Não esquecendo de relatar que o livro também fala de família, amizade, preconceito, homofobia, traição, inveja, falsidade e principalmente o amor em sua várias nuances.Também adorei conhecer a profissão de Carol, o que me deixou super admirada, pois não sabia da existência e adorei os relatos sobre a profissão e detalhes riquíssimos sobre a mesma.
 Me fez refletir sobre vários pontos em relação á família, amigos e o quanto as aparências e situações podem nos enganar.
 Ah! Fique sabendo que trata-se de uma trilogia e estou já ansiosa pelos próximos.
 Se gostei do livro? Muito!!!
 E vai lá se emocionar, rir, refletir e também tirar várias lições lindas dele.

quinta-feira, 16 de março de 2017

Gênero: sentir


 Não escrevo para agradar e nem desagradar sujeitos, predicados, adjetivos ou pronomes. 
 Escrevo na simples intenção de auto entender-me, auto filosofar, auto analisar e se fazer compreender , mesmo que de um prisma e ângulo inverso para alguns, mal interpretada quase sempre, mas cada um enxerga o que quer e convém (o que acho engraçado) , embora só quem sabe e sente o que acontece aqui dentro sou eu.
 Definir é impor limite. Não me classifico em um gênero literário específico, e se pudesse escolher seria o gênero sentir.
 Não gosto de definição. Sou o que sou e pronto. 
 Gosto de reinventar, gosto de transpor limites, gosto de renovar, mudar, se reinventar de novo.
 Rótulos também definem e sinceramente não gosto deles.
 Se escrevo, é por pura necessidade de expressar o mar calmo e  por vezes revolto dentro de mim, é uma maneira de auto conhecimento e confesso que também me assusto com a intensidade de algumas escritas, mas parar de escrever ? Jamais.

Imagem: Autoral

segunda-feira, 13 de março de 2017

[ Resenha ] Checho de Anita - Adriana Vargas


 Autora: Adriana Vargas
 Editora: Ella
 Páginas: 250
 Gênero: Romance Sobrenatural

Página no Facebook da escritora: https://www.facebook.com/AdrianaVargasAguiar/?fref=ts

Blog: http://adrianavargasaguiar.blogspot.com.br/p/livros.html



 Sinopse:

 Anita é bookaholics assumida, e essa paixão pelos livros a fez criar o projeto 🔰 Literando 🔰 o qual realiza pedalando pela ruas da cidade, para transmitir a mensagem de um livro ao seu escolhido. Mas, de repente tudo muda em sua pacata vida ao se apaixonar por alguém que não conhece... Ela quis ser a “Anita de Checho”, e responde às cartas que chegam até ela por um simples erro do endereçador. Ani desafia a família que tenta impedi-la, e foge para São Sebastião a fim de se encontrar com seu futuro amor, vivendo 48 horas como se fossem as últimas. Após seu retorno para casa, algo perturbador a aflige - como fumaça, Checho aparece e desaparece de sua vida, e sua missão agora é descobrir o que de tão estranho acontece, que os impede de ficarem juntos.
 Neste romance sobrenatural, carregado de emoções delicadas e amor pelos livros, nascem os sonhos e o desejo de realizá-los.

Resenha  e impressões: 

 Conta a história de uma bookaholic chamada Anita, onde a mesma criou o projeto Literando ao qual na sua magrela percorria as ruas da cidade transmitindo mensagens de livros e encontrando possíveis leitores. Anita também é amante da música.
 Ani é filha de um Militar, não tem amigos e a única amiga que possuía a trocou para ficar com o seu ex-namorado.
 Em dado momento passou a receber cartas endereçadas erradas para uma outra Anita, começou a respondê-las e acabou apaixonando-se pelo autor, Checho. Mas sempre ficava com receio que o seu Checho descobrisse que não era a verdadeira Anita.
 Após algum tempo, após várias cartas e telefonemas acabou fugindo para os braços do seu amor, vivendo poucas horas ao seu lado como se fossem as últimas que lhe restavam, mas não foi bem recepcionada pela família de Che o que a deixou mais insegura ainda. Checho tem um filho, o Bento, e a família o obriga a assumir um relacionamento com a mãe da criança, Lia, pois são muito religiosos e tradicionalistas o que só vem a complicar mais ainda o romance de Ani e Che.
 Anita não imagina que ao retornar pra casa seria atingida por uma perturbação sem fim, onde não encontrava explicações para os aparecimentos e desaparecimentos misteriosos de Che e sentiu-se incumbida a acabar com esse mistério e essa nuvem de frustração e tristeza, que de alguma forma impede de ficar com seu grande amor.No meio disso conhece Andreas, onde torna-se o seu amigo.No começo da amizade Andreas quer apenas ajudar Anita e fazê-la enxergar as coisas de outro ângulo, mas ela reluta e por vezes discute com ele, mas a amizade no decorrer do livro vai tornando-se mais profunda.
 O romance é um tanto lúdico, mas mesmo que tenha sido de forma tão rápida não deixa de ser mágico em alguns momentos. 



Imagens: Autorais
Quote: by Isis Danielle

sábado, 11 de março de 2017

[ Resenha ] Cartas de amor aos mortos - Ava Dellaira



Autora: Ava Dellaira
Abo: 2014
Páginas: 344
Editora: Seguinte
Gênero: Romance / Juvenil 


 Mais um livro concluído da meta de leitura do Clube do livro organizado pelo ig @orelhasdelivros e o li no em Ebook no Kindle.


Resenha e impressões: 

 Laurel é uma adolescente, perdeu a irmã tragicamente e isso passou a afetar a sua vida de todas as formas, onde nem ela mesma sabia mais quem era.


 " - O que falei sobre salvar as pessoas não é verdade.Você pode achar que quer ser salva por outra pessoa, ou que quer muito salvar alguém.Mas ninguém pode salvar ninguém, não de verdade.Não de si mesmo. "


 Na nova escola foi solicitado um trabalho para escrever cartas para algum famoso que já faleceu e a partir dai ela começa a escrever para vários de que conhece e gosta, não apenas redirecionado as suas vidas antes da morte, mas sobre a sua e o que acontece dentro de si.Essas cartas levam para várias reflexões de si mesma e o que me chamou a atenção é que nas cartas conta também um pouco da história de cada um ao qual ela resolveu escrever como Kurt Cobain, Amy Winehouse, Janis Joplin, Jim Morrison, Amelia Earhart entre outros.

 Eu particularmente li o livro ouvindo as músicas de cada cantor para o qual ela escreveu e foi uma experiência marcante, o que fez intensificar a leitura.
 O livro retrata amor, amizade, família, alegria, descobertas, luto, tristeza e superação mas o final é algo emocionante.
 Há várias frases marcantes dos artistas ao qual escreve e isso também me cativou.
  Quotes preferidos do livro:


" Um amigo é alguém que dá liberdade total para você ser você mesmo - e especialmente para sentir ou não sentir.Qualquer coisa que você sinta naquele momento está bom pra ele. É o que o amor verdadeiro significa - deixar alguém ser ele mesmo. " Jim Morrison

 " Sou uma dessas pessoas estranhas comuns. "  Janis Joplin

" A arte de perder não é nenhum mistério; tantas coisas contêm em si o acidente de perdê-las, que perder não é nada sério. " Elizabeth Bishop

 " Na vida podemos ser mais que passageiros. " Amelia Earhart




terça-feira, 7 de março de 2017

[ Resenha ] Os 13 porquês - Jay Asher


Autor: Jay Asher
Ano: 2007 
Páginas: 256
Editora: Ática
Gênero: Romance / Drama / Juvenil / Literatura estrangeira

Sinopse:


 Ao voltar da escola, Clay Jensen encontra um misterioso pacote com várias fitas cassetes. Ele ouve as gravações e se dá conta de que foram feitas por uma colega de classe que cometeu suicídio duas semanas antes. Nas fitas, ela explica que 13 motivos a levaram à decisão de se matar. Clay é um deles. Agora ele precisa ouvir tudo até o fim para descobrir como contribuiu para esse trágico acontecimento.


Resenha e impressões:


 Me envolveu até o último momento! O li em PDF por indicação de uma amiga, Enza.

 A forma como a qual foi escrita a história foi de bastante criatividade e faz prender a atenção a cada página, pois te faz percorrer o cenário como se estivesse lá, acompanhando cada passo.
 O livro é do ponto de vista de Clay, onde ele fica incumbido de escutar as 7 fitas cassetes e descobrir o porquê Hannah cometeu suicídio, ou pelo menos compreender como contribuiu para que isso acontecesse.

" Você não pode interromper o futuro, nem modificar o passado. O único jeito de descobrir este segredo é apertando play►. "


 O livro retrata em um momento sobre bullying, fofocas e até onde isso pode afetar a vida de alguém.Hannah é vítima daquelas listas bizarras de colégio: " Quem é a mais bonita? / Quem é a mais gostosa ? " e daí por diante é onde a sua vida começou a virar um verdadeiro inferno.


" Era exatamente isso que eu queria para mim. Queria que as pessoas confiassem em mim, apesar de qualquer coisa que tivessem ouvido. E, mais do que isso, queria que me conhecessem. Não aquilo que pensavam saber a meu respeito. Mas eu de verdade. "


 Por vários momentos me emocionei.Conheci Hannah tão profundamente que compreendo o motivo de ter cometido tal ato, mas não me conformo jamais. A todo momento a imensa vontade de abraçá-la e dizer que tudo ficaria bem era muito presente, que eu estava ali com ela.

 A mensagem que é transmitida é de que ao notar que algo está errado é preciso buscar ajuda, não fechar-se e achar que não há solução. Assim como vários jovens, ela não foi em busca abertamente de ajuda, por achar que não compreenderiam, que fariam piada, que não dariam a devida importância.
 Os 13 porquês virou série na Netflix e estréia 31/03/2017 e já estou ansiosa pra assistir!